O basenji, conhecido por muitos como o “cão que não late”, é uma raça fascinante com uma história rica e características únicas. Criado na África Central, esse cão pequeno e elegante carrega consigo um legado de milhares de anos, tendo sido companheiro de caça dos povos pigmeus e até mesmo adorado no Antigo Egito.
Com uma postura nobre e um olhar atento, o cão basenji é de porte pequeno a médio, musculoso e ágil, com temperamento afetuoso, independente e muito brincalhão. Ele é daqueles que fazem de tudo por sua família humana, sendo um excelente cachorro de companhia.

História do Basenji
O basenji não é apenas um cachorro: é um legado vivo da história canina. Essa raça, uma das mais antigas do mundo, é um verdadeiro tesouro genético que nos conecta com o passado distante dos cães e, por extensão, com a própria história da humanidade.
Inclusive, existem registros de pinturas em pirâmides e tumbas egípcias de mais de cinco mil anos de história que supostamente retratam basenjis vivendo ao lado de tribos como os Azande e os Mangbetu, que usavam-os como cães de guarda.
A história da raça começa na África Central, onde foi inicialmente descoberta vivendo em harmonia com os caçadores pigmeus. Esses cães não eram meros animais de estimação, mas sim parceiros essenciais na sobrevivência e no modo de vida dessas comunidades. No final do século XIX e início do século XX, tentativas de introduzir a raça na Inglaterra falharam por conta da vulnerabilidade dos cães da raça a doenças como a cinomose.


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