Os Corgis são a raça preferida da rainha Elizabeth II, fã número 1 destes cãezinhos. E não é para menos: eles são como miniraposinhas fofas, cheios de energia e muito carinhosos, além de divertidos.
A raça possui duas variações muito semelhantes, o Welsh Corgi Cardigan e o Welsh Corgi Pembroke, que se diferenciam apenas em algumas características físicas e em suas histórias de cruzamento. São fãs de esportes, amam brincar com a família humana e possuem um temperamento superprotetor de pequenos cães de guarda.

História do Welsh Corgi
A história oficial da raça diz que o rei Henrique I, da Grã-Bretanha, convidou uma comunidade de mestres artesãos para viver e trabalhar no País de Gales em 1107. Esses tecelões trouxeram tudo o que precisavam para recriar o estilo de vida rural, o que incluiu pequenos cães de pastoreio robustos e de pernas curtas. Antes disso, há poucos registros sobre a raça. Acredita-se que o antepassado mais próximo foi o Vallhund Sueco, um cão Spitz que acompanhava as comunidades vikings.
Ao chegarem ao País de Gales, os Corgis ganharam o carinho e a popularidade das famílias que viviam em fazendas graças à inteligência e ao senso de direção, que os tornava supereficiente para pastorear o gado.
Por muitos anos, o Cardigan e o Pembroke eram considerados uma só raça, passando por cruzamentos específicos nas cidades de Pembrokeshire e Cardiganshire. Isso gerou dois exemplares diferentes: Um com orelhas pontiagudas e cauda curta, que se tornou o Welsh Corgi Pembroke, e o outro com orelhas arredondadas e cauda longa, hoje conhecido como Welsh Corgi Cardigan. Em 1800, as raças passaram por uma separação oficial.
A raça conquistou o carinho e a popularidade mundial a partir de 1900, quando a rainha Elizabeth II ganhou seu primeiro Pembroke, a quem deu o nome de Dookie. Desde então, é uma fã assumida destes espertos cãezinhos.


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