Ter um encontro frente a frente com um Dogo Argentino pode ser assustador. Grandes, imponentes e musculosos, esses cachorros podem amedrontar até mesmo tutores de pet mais experientes.
No entanto, a pose de bravo e de poucos amigos é facilmente quebrada após conviver alguns minutos com o Dogo. Esses “cãezinhos” podem parecer ferozes por fora, mas são amáveis, companheiros e muito amorosos por dentro.
Cachorros dessa raça são muito apegados aos seus tutores e a quem consideram parte da família. Sendo assim, amam demonstrar e receber carinho. Da mesma forma, estão preparados para defendê-los de qualquer potencial ameaça.
Quer saber mais sobre o Dogo Argentino? Leia o nosso guia completo da raça!

História do Dogo Argentino
Por 25 anos, os irmãos Antonio e Agustín Martínez tentaram criar a raça perfeita para a caça de javalis e pumas, animais muito encontrados na região de Córdoba, na Argentina.
Para isso, fizeram diversos cruzamentos com inúmeras raças de cães, com o objetivo de chegar a uma raça forte, caçadora, resistente, boa de briga e, principalmente, imbatível.
No total, foram mais de 15 raças misturadas. Começaram com o Viejo Perro de Pelea Cordobés, um animal imponente, extremamente violento e, na época, muito utilizado como cão de briga.
O processo foi se afunilando, e quanto mais raças eram cruzadas, mais os descendentes se pareciam com o protótipo que os irmãos Martinez queriam.
Algumas das raças cruzadas foram:
- Bull Terrier antigo
- Mastim dos Pirenéus
- Dogue de Bordéus
- Dogue Alemão
- Boxer
- Buldogue Inglês antigo
- Pointer Inglês
- Galgo Irlandês
Quase três décadas depois, em 1920, após inúmeros cruzamentos, enfim se chega ao resultado esperado: o Dogo Argentino, uma mistura de raças que resultou em um animal extremamente forte e um verdadeiro cão de guarda, pronto para qualquer embate.
“Dogo” vem do inglês antigo “Docga”, que significa poderoso e musculoso. Esses atributos foram construídos pela “absorção” de características de todas as raças envolvidas nos processos de cruzamento.
Desde então, o Dogo existe não só na Argentina, mas no mundo todo. A raça é um verdadeiro patrimônio nacional, com um mercado pra lá de movimentado, carregando o legado de Antonio e Agustín, que infelizmente não puderem ver em vida todo o sucesso da raça.


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