Tamanho não é documento para o pequinês: corajosos, leais e superinteligentes, são brincalhões, apegados e com temperamento tranquilo, mas não fogem da briga e estão sempre dispostos a proteger as pessoas da sua família.
Sua pelagem, tamanho e focinho achatado são bem característicos da raça, que foi criada para ser um cachorro doméstico, propício para fazer companhia aos seus tutores.
Da mesma família do Lhasa apso e do Shih-tzu, serão ótimos companheiros das crianças da casa. Tem uma adaptação fácil a ambientes menores e mais compactos e não exigem um nível de atividade física tão intenso quanto outras raças.
Esses “cãezinhos guardiões” são um encanto só! Preparado(a) para saber tudo sobre a raça? Vamos ao guia!

História do Pequinês
O nome “Pequinês” é uma homenagem à cidade de Pequim, capital da China, país de origem da raça. Por lá, era tratado como uma divindade pelos chineses da época, já que acreditavam que o cão tinha toda uma mística na sua criação.
Acreditava-se que o pequinês, na verdade, era um leão que tinha sido encolhido por Buda e fruto de um amor improvável com um sagui. Sua pequena “juba”, jeito de andar e focinho achatado reforçavam ainda mais esse mito. Ninguém mais podia ter acesso à raça, somente as classes dominantes.
Por essa crença, os pequineses eram cachorros exclusivos do império chinês e uma espécie de “conselheiros intuitivos” do imperador, capazes de proteger os palácios e templos chineses e afastar os espíritos ruins do local.


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