O Shar-pei é um desses cachorrinhos impossíveis de confundir: já entrou até mesmo para o Guinness Book como a raça mais rara do mundo. Seja pelas dobrinhas ou pela língua azulada, este cãozinho tem um charme único.
No entanto, apesar de sua aparência fofa e seu temperamento calmo e independente, pode não ser um cachorro indicado para tutores inexperientes, devido a sua tendência a problemas genéticos de saúde.

História do Shar-pei
Assim como outras raças chinesas, como o Chow Chow e o Pug, o Shar-pei sofreu pouca interferência de cruzamentos externos no país.
A origem dele data de mais de 2.000 anos atrás, durante a Dinastia Han. É nativo das províncias do sul da China, quando eram usados em diferentes funções: já foram pastores, caçadores e até cães de guarda de campo.
Quando a República Popular da China foi estabelecida, em 1949, o regime comunista se posicionava contra a posse de cães chineses, sacrificando boa parte dos cachorrinhos desta época. Por conta disso, o Shar-pei quase foi extinto. A raça só sobreviveu porque alguns exemplares foram enviados a Taiwan e Hong Kong. No entanto, o interesse ocidental sobre a raça começou apenas na década de 70.


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